Como comprar um carro novo pagando a menor parcela

Quer trocar de carro? Boas notícias: do ponto de vista de melhoria dos níveis de emprego e renda e redução das taxas de juros para o financiamento, 2020 será um ano melhor para a compra de automóveis.

De acordo com pesquisa realizada, requisitada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Automóveis (Anfavea), 88% dos entrevistados planejam substituir os carros em 2021. Cerca de 80% das pessoas que desejam comprar um carro planejam escolher um carro usado, enquanto 20% planejam comprar um carro usado zero quilômetros.

Os dados foram recolhidos por mais de 6.727 de pessoas. Claramente, a amostragem é para o público através do portal de compra e venda de automóveis, mas os indicados são muito positivos, o que mostra que muitas pessoas que adiam as compras por conta da crise vão concretizar as suas intenções em 2021.

Aproximadamente 70% dos que planejam mudar de veículos esperam fazer isso no primeiro semestre, e mais da metade dessa multidão usa carros de 5 a 12 anos. Visto que, aproximadamente 60% confirmaram que, se não fosse pelo período prolongado de recessão e baixo crescimento do Brasil, eles mudariam o padrão. Entre os 12% das pessoas que não querem aderir um carro em 2021, cerca de 40% disseram que o maior obstáculo ainda é a sua situação financeira.

Em novembro, a Anfavea registrou em média 12.344 placas por dia, o maior nível desde dezembro de 2014. A associação ainda não confirmou um plano para 2021, tampouco a Federação Nacional dos Concessionários de Automóveis (Fenabrave), outra entidade importante na área.

De acordo com dados da consultoria Jato Dynamics, as vendas de automóveis 0km no próximo ano devem aumentar 3%. Em termos da competência de evolução da indústria automotiva, esse número é um tanto baixo.

Milad Kalume Neto, gerente de desenvolução de negócios da Jato Dynamics, disse: “O aumento nas vendas de carros novos ainda será insignificante. O setor de carros usados será mais competitivo”.

Embora continue baixo, o avanço das vendas de automóveis deve ser impulsionado pela grande confiança do consumidor, que acredita que terá oportunidade de emprego e renda no próximo ano. A porcentagem de desemprego e a inadimplência vêm diminuindo gradativamente.

William Baghdassarian, professor de finanças do Ibmec DF, explica: À medida que a economia volta a crescer, os inadimplentes serão reempregados, renegociarão os saldos negativos e abrirão oportunidade no cômputo para fornecer bens duráveis, como automóveis. fundos.”

Outrossim, com a diminuição da taxa de juros básica econômica Selic, os valores dos juros dos financiamentos de automóveis também caiu. Segundo dados do Banco Central, a taxa média de juros para a compra de automóveis caiu de 1,71% ao mês em janeiro de 2019 para 1,49% ao mês em novembro.